A <em>ARA Portuguesa </em>está a despedir
A ARA Portuguesa, em Seia, na Beira Alta, empresa produtora de solas e palmilhas para sapato de senhora, com 620 trabalhadores na unidade e 150 que trabalham em casa, está a despedir trabalhadores. Perante a gravidade da situação, a eurodeputada do PCP, Ilda Figueiredo, efectuou uma interpelação, no Parlamento Europeu, para que a Comissão Europeia revele quais foram os apoios que a multinacional recebeu para as fábricas em Portugal.
O documento, entregue pela eurodeputada no dia 25 de Outubro, denuncia ainda o encerramento da outra unidade da ARA Portuguesa, em Avintes, Vila Nova de Gaia, e também pretende saber da Comissão Europeia quais os apoios comunitários que lhe foram atribuídos nos restantes estados membros, uma vez que a multinacional alemã tem unidades na Alemanha, Áustria e Roménia, além de Portugal.
O PCP pretende ainda saber que medidas a Comissão Europeia pretende adoptar «para salvaguardar os direitos dos trabalhadores, designadamente o emprego da fábrica, tendo em conta que está situada numa zona do interior do País onde não há outras alternativas», alerta a eurodeputada.
Em Seia, a multinacional está instalada há 15 anos.
O documento, entregue pela eurodeputada no dia 25 de Outubro, denuncia ainda o encerramento da outra unidade da ARA Portuguesa, em Avintes, Vila Nova de Gaia, e também pretende saber da Comissão Europeia quais os apoios comunitários que lhe foram atribuídos nos restantes estados membros, uma vez que a multinacional alemã tem unidades na Alemanha, Áustria e Roménia, além de Portugal.
O PCP pretende ainda saber que medidas a Comissão Europeia pretende adoptar «para salvaguardar os direitos dos trabalhadores, designadamente o emprego da fábrica, tendo em conta que está situada numa zona do interior do País onde não há outras alternativas», alerta a eurodeputada.
Em Seia, a multinacional está instalada há 15 anos.